quinta-feira, 29 de agosto de 2013
ÉTICA! QUERO? POSSO? DEVO?
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
COMO LIDERAR E MOTIVAR PESSOAS?
sexta-feira, 19 de julho de 2013
QUAL A IMPORTÂNCIA DE UMA CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL?
quinta-feira, 11 de julho de 2013
GRANDES EVENTOS NO BRASIL CRIAM MUITAS OPORTUNIDADES PARA PROFISSIONAIS DE TI COM CERTIFICAÇÃO!!
GRANDES EVENTOS NO BRASIL CRIAM GRANDES OPORTUNIDADES PARA PROFISSIONAIS DE TI CERTIFICADOS.
É inegável que a tecnologia da informação (TI) é parte de qualquer negócio nos dias de hoje. Adquirir boas práticas em gerenciamento de serviços é o primeiro passo para alinhar suas competências com crescentes as exigências de um mercado cada vez mais globalizado e exigente. Os serviços de TI dão suporte para quase todos os tipos de negócio. Como referido, é praticamente impossível manter uma empresa sem o suporte dos serviços de Tecnologia da Informação. A norma ISO/IEC 20000 – Gerenciamento de Serviços de Tecnologia da Informação serve como instrumento de trabalho para implementar e melhorar seus processos de gerenciamento de serviços. Possui conceitos e princípios relacionados à qualidade de gerenciamento de serviços, no entanto, não certifica a qualidade de produtos de TI ou ferramentas de suporte. Baseada na BS 15000 e alinhada com as práticas da ITIL, tem como objetivo principal definir requisitos para o correto gerenciamento de uma prestadora de serviços de TI, garantindo a satisfação das expectativas do cliente e o alinhamento dos serviços de TI com a viabilidade do negócio e evidentemente a satisfação do cliente. Além disso, permite a realização de um desenho para uma perfeita transição de serviços, valorizando a aplicação do ciclo PDCA ( Plan- Do- Check - Act ) com foco na melhoria contínua, estabelecendo assim uma estrutura de gestão de serviços de tecnologia da informação e consequente nível de maturidade de processos. Portanto, podemos dizer que a norma ISO/IEC 20000 visa promover a adoção de uma abordagem orientada a processos integrados para o gerenciamento efetivo de serviços de TI que atenda os requisitos do negócio e do cliente, fazendo com que os processos cruzem a organização e se conectem. Podemos dizer também que a norma direciona a organização para as melhores práticas de gerenciamento de serviços de TI, seja ela comercial, industrial, serviços, terceiro setor, governamental, empresarial, com ou sem fins lucrativos, provedores internos ou externos, independentemente do serviço oferecido ao mercado. É extremamente importante ressaltar que à medida que os grandes eventos esportivos que acontecerão no Brasil se aproximam, maior é a quantidade de empresas que buscam se alinhar com as melhores práticas de gerenciamento de serviços de tecnologia de informação para a satisfação das expectativas de seus clientes e parceiros internacionais. Assim como acontece nos Estados Unidos e Europa, a norma ISO/IEC 20000 é usada como fator de seleção de fornecedores de serviços de TI, além de assegurar a consistência de uma cadeia de fornecedores de serviços, melhora processos e vai ao encontro da satisfação do cliente. A Behaviour Brasil apresenta-lhe uma oferta de treinamentos que permite responder às necessidades da sua empresa ou às suas necessidades profissionais, quer seja para adquirir novas competências, quer seja para reciclar os seus conhecimentos ou atualizar-se em novos produtos ou áreas. A Behaviour Brasil apresenta-lhe a mais completa e dedicada oferta do mercado em treinamento especializado e respectivas certificações internacionais nas diversas metodologias e/ou melhores práticas em gestão de informação, gestão e implementação de normas ISO e nos diversos componentes das áreas de gestão de segurança da informação. A oferta da Behaviour abrange treinamento e certficação em ITIL, treinamento e certificação PECB de implementadores e auditores nas normas ISO's 20000, 27001, 27005, 22301, entre outras, treinamento e preparação para as mais prestigiadas certificações da ISACA, CobIT, CISA e CISM], da (ISC)2, SSCP e CISSP, PMP e CPA. Não perca tempo e garanta desde já sua vaga na turma ISO/IEC 20000 e saia na frente de seus concorrentes!
sábado, 15 de junho de 2013
Que tipo de ajuda que o povo precisa?
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Valorização do professor!
domingo, 2 de junho de 2013
HIRUDOTERAPIA: TRATAMENTO COM SANGUESSUGAS
segunda-feira, 20 de maio de 2013
A PROGRESSÃO CONTINUADA DEVE PERMANECER?
Muito se fala na loucura que é a chamada progressão continuada, no verdadeiro absurdo de ver crianças sendo "promovidas" sem saber ao menos ler!
O que poucas pessoas sabem é a razão pela qual certos executivos públicos insistem nessa modalidade de ensino.
Primeiramente é imperativo saber que existem métodos educacionais defendidos por excelentes teóricos como Paulo Freire e Emília Ferreiro que defendem a tese de que a criança deve "aprender descobrindo, no seu tempo, nas suas possibilidades e com as suas experiências" e que devemos deixá-las descobrir sozinhas a maneira correta de se fazer isso ou aquilo, por exemplo, crianças que escrevem a letra "b" com a "barriga" para a esquerda... Nesse modelo, não devemos insistir na correção, pois a criança descobrirá no seu tempo a forma correta de escrever e assim por diante.
O que não devemos confundir com a necessidade de termos, como se fosse uma simples vitrine, índices de desenvolvimento humano baseados em números frios, que acabam por deturpar o modelo educacional. Um Estado, seja país, estado ou município, que tem baixos índices de reprovação, de repetência ( como chamávamos em minha época ) e onde as crianças ficam mais tempo na escola, teoricamente, tem maior desenvolvimento educacional, pois as crianças estudam mais e melhor, afinal, são promovidas em sua maioria, aliás, quase que em sua totalidade. Locais que têm um índice de desenvolvimento humano maior ( um número frio apenas, não acham? ) tem uma relação maior com educação X cultura X profissionalização X empregabilidade, isso quer dizer que tem maiores probabilidades de desenvolvimento a outros locais onde o índice é menor, concordam?
Se o "estado" tem melhor "IDH" Índice de desenvolvimento humano, significa que suas tendências de desenvolvimento são maiores que outros e, portanto, reúne melhores condições de "dar retorno" a investimentos feitos em sua região... De mais a mais, se desenvolve-se melhor que os outros "estados", pode preitear recursos a taxas mais baixas em qualquer local do planeta, afinal, a tendência é de que seu desenvolvimento crie "garantias" que esse "empréstimo" seja pago com seu desenvolvimento, afinal, as crianças ficam mais tempo na escola, estudam melhor ( não são retidas )e consequentemente terão uma vida melhor, um emprego melhor...
Mas não se engane! A progressão continuada é um câncer! As crianças não sabem ler, não sabem escrever... Não conhecem o hino de seu país, não sabem quando é o dia do Índio, o dia da Bandeira e o que ela representa para uma nação! Estamos criando analfabetos funcionais, que quando conseguem ler um texto não entendem o que foi lido. Que não escrevem, apenas copiam o que decoraram ou o que já está escrito! Assassinam nosso vernáculo! Causam tristeza em pais e professores. Esse modelo transforma professores em fantoches do regime político, matando os sonhos comuns a todos os professores: Criar verdadeiros cidadãos, e não mulas que são guiadas à vontade de seus donos, políticos corruptos ou, no mínimo, incompetentes, afinal, em 20 anos, quem será o Governador, Prefeito, Presidente...
"Dane-se o povo! Quero saber do meu "IDH" hoje! Hoje eu sou "o cara", tenho excelentes índices! Lá na frente... O problema será de outro e ele que se vire!"
Infelizmente, político no Brasil pensa assim mesmo! Por causa disso vemos tantos absurdos como essas placas e cartazes que até nos dá dor de cabeça!
Mude isso! Faça alguma coisa! Exija que seu filho seja alfabetizado! Cobre das autoridades! Isso não pode continuar!



Fábio Anjos
quinta-feira, 18 de abril de 2013
EXISTENCIALISMO E O HUMANINSMO DE JEAN-PAUL SARTRE
CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS NA ISO 22301
Continuidade de negócios: Uma estratégia fundamental para o nosso dia-a-dia! Adaptação do artigo de Joaquim Pereira, Behaviour Group. É comum dizermos no Brasil que só trancamos a porta após a entrada do ladrão, assim como é muito comum que procuremos adotar medidas preventivas após uma experiência perturbadora. Em nossa casa temos por hábito adotar estratégias de prevenção, detecção ou mesmo de pronta resposta, através, por exemplo, da instalação de um alarme - o qual tem por objetivo dissuadir, detectar e garantir uma resposta por parte das autoridades competentes no caso de tentativa de assalto - a instalação de uma porta blindada, uma fechadura reforçada, ou mesmo, a contratação de um seguro para a cobertura da mesma. Estas estratégias permitem prevenir ou mesmo atenuar o impacto de determinadas ameaças inerentes, sejam elas humanas ou mesmo ambientais, tais como roubos, incêndios, inundações, desastre naturais, como tornados, cheias, furacões, ou outros. No nosso dia-a-dia adotamos um conjunto de outras estratégias que permitem salvaguardar ou mesmo assegurar a continuidade do nosso bem-estar ou mesmo o bem-estar e estabilidade da nossa família, por exemplo, através da realização de uma seguro de saúde que permita o acesso a um sistema de saúde mais completo em caso de necessidade, a realização de um seguro de vida que, em caso da ocorrência de circunstâncias menos felizes, pretende garantir condições que assegurem o bem-estar futuro dos nossos entes mais queridos ou mesmo o simples gesto de termos um par de chaves e que normalmente se encontram em poder de duas pessoas diferentes e que pretendem apenas assegurar a entrada em casa ou mesmo continuar a utilizar o carro mesmo que uma das chaves se extravie. Diariamente, realizamos um conjunto de ações que, de uma forma mais ou menos consciente, se enquadram em estratégias de continuidade. Se aplicarmos esta analogia ao meio ambiente em que vivemos, verificamos que podemos adaptá-la também nas empresas, organizações, bancos, governos ou mesmo mecanismos centrais mundiais, no entanto sabemos que nem sempre as estratégias que selecionamos são as mais adequadas e, por vezes, os mecanismos de resposta e/ou de atuação não funcionam como gostaríamos ou não respondem como inicialmente planejamos. No caso do alarme que colocamos em nossa casa, sabemos que numa situação extrema o mesmo poderia não acionar, as autoridades poderiam não ter uma resposta no tempo adequado ( o que aliás é fato corriqueiro no Brasil ), a linha telefônica pela qual o mesmo deveria comunicar poderia vir a falhar, no entanto é sempre melhor existir uma estratégia e um plano de atuação do que não existir qualquer medida. Perceba que o nível de confiança das medidas e estratégias que adotamos aumenta conforme o nível de detalhe e o número de exercícios e testes que realizamos, seja ao nosso equipamento de alarme ou aos procedimentos a seguir em determinada situação. Saber o que fazer diante de um determinado cenário, quem é que deve fazer o quê, e quais as ações a realizar, são passos importantes que podem prevenir ou atenuar resultados, no entanto sabemos que muitas vezes a única opção que temos é mesmo a de tentar minimizar o impacto, veja-se o caso dos seguros, planos de emergência ou mesmo planos de resposta a crises. Para as empresas, organizações, bancos ou mesmo governos, este componente de continuidade é crítica no que diz respeito à garantia da continuidade das suas operações, na resposta aos seus clientes, no bem- estar dos cidadãos ou ainda, no caso dos bancos, na garantia de viabilidade financeira e proteção dos recursos de seus clientes. Seja qual for a área de atuação ou o tipo de entidade ou situação inerente e/ou emergente, a área de continuidade de negócio apresenta-se como um componente crítico e que deve ser analisada e devidamente planejada. As estratégias, planos, atividades, mecanismos e tempos de respostas, recursos necessários, ou mesmo, a quantificação do quanto estamos ou podemos estar dispostos a perder, são fatores que irão fazer a diferença em caso de ocorrência de eventos perturbadores. Atenta a este tipo de necessidade e para a definição de estratégias e modelos base para este tipo de respostas, a ISO, organização de referência mundial de normas internacionais, apresenta uma norma internacional que permite definir os pontos mais relevantes para a implementação de um sistema integrado de gestão de continuidade de negócio. A norma ISO 22301 define um sistema de gestão de continuidade de negócio - sistema de gestão que utiliza um conjunto de processos, atividades, planos e que permite delinear as principais linhas orientadoras para a definição das melhores estratégias de continuidade de negócio - e apresenta os requisitos para a implementação e certificação internacional de sistemas de gestão de continuidade de negócio nas organizações. Esta norma aplica-se a qualquer tipo de organização, independentemente da sua área de atuação e do seu tamanho. O alinhamento à norma ISO 22301 ou mesmo a certificação de um sistema de uma organização nesta norma, permite às organizações garantir um nível elevado de resiliência - capacidade de adaptação a situações inesperadas e de reagir de acordo com as melhores estratégias - no que diz respeito à melhor resposta em razão de possíveis eventos perturbadores. Para uma organização, uma entidade ou mesmo um governo, é importante garantir as melhores respostas, nos menores tempos possíveis, utilizando os recursos e mecanismos mais adequados, sejam eles recursos humanos, técnicos ou mesmo procedimentais. São estes os cenários em que os melhores recursos e respectivas estratégias marcam a diferença. Atento a esta realidade, o PECB (Professional Evaluation and Certification Board), entidade certificadora internacional de pessoas, lançou um conjunto de programas de qualificação e certificação de profissionais, os quais serão os responsáveis por implementar, operar ou mesmo validar/auditar este tipo de sistemas de gestão de continuidade de negócio. Alinhada a estas necessidades e à necessidade de formar recursos com as melhores qualificações, a Behaviour Group apresenta os programas de qualificação de pessoas do PECB, ISO 22301 Introduction, ISO 22301 Foundation, ISO 22301 Lead Implementer e ISO 22301 Lead Auditor. Estes programas abrangem todos os públicos envolvidos num programa de gestão de continuidade de negócio, seja na sensibilização daqueles que irão ser os máximos responsáveis por este programa (ISO 22301 Introduction), seja para aqueles que estarão envolvidos na gestão e operação do mesmo (ISO 22301 Foundation), seja para aqueles que serão os responsáveis ou estarão envolvidos no projeto de implementação do Sistema de Gestão de Continuidade de Negócio (ISO 22301 Lead Implementer) e para aqueles que terão um papel fundamental na validação e análise (auditoria) deste programa com objetivos de melhoria do mesmo (ISO 22301 Lead Auditor). É certo que uma boa estratégia não é infalível, no entanto, uma boa estratégia e uma estratégia baseada num sistema de continuidade de negócio reconhecido, a ISO 22301, é sempre uma maior garantia de sucesso no caso de uma organização ter que lidar com eventos disruptivos. Talvez agora você questione se utiliza as melhores estratégias na sua organização. Talvez, mesmo depois de ler este artigo, pense que já tem a melhor estratégia bem definida. Numa primeira análise, a existência de uma estratégia é sempre um passo à frente, sendo que uma estratégia é sempre melhor que a não existência de qualquer estratégia, no entanto, talvez as respostas que deva procurar sejam aquelas que respondem à pergunta: “Na sua organização, e no caso de um determinado evento perturbador, é possível identificar quem deve fazer o quê, como, quando e por ordem de quem essas atividades devem ser realizadas?” Não esquecendo sempre, que a sua estratégia deverá ser testada, avaliada e monitorada, porque um sistema de continuidade de negócio só tem sucesso de for marcado por uma boa estratégia, mas uma boa estratégia sem competência não passa de mera boa intenção. Uma boa estratégia deve ser competente e isso só é possível se a mesma for delineada, implementada, gerida e auditada por profissionais qualificados. Deixo, portanto, uma pergunta no ar: Se a boate Kiss, de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, tivesse um sistema de gestão de continuidade de negócios, teríamos 241 vítimas fatais após o acidente? Aliás, se esse sistema de gestão já tivesse sido implementado, teríamos presenciado um acidente de tamanhas proporções? Fábio Anjos
quarta-feira, 27 de março de 2013
Sistema de gestão de Continuidade de Negócios
Continuidade de negócios: Uma estratégia fundamental para o nosso dia-a-dia!
Adaptação do artigo de Joaquim Pereira, Behaviour Group.
É comum dizermos no Brasil que só trancamos a porta após a entrada do ladrão, assim como é muito comum que procuremos adotar medidas preventivas após uma experiência perturbadora.
Em nossa casa temos por hábito adotar estratégias de prevenção, detecção ou mesmo de pronta resposta, através, por exemplo, da instalação de um alarme - o qual tem por objetivo dissuadir, detectar e garantir uma resposta por parte das autoridades competentes no caso de tentativa de assalto - a instalação de uma porta blindada, uma fechadura reforçada, ou mesmo, a contratação de um seguro para a cobertura da mesma. Estas estratégias permitem prevenir ou mesmo atenuar o impacto de determinadas ameaças inerentes, sejam elas humanas ou mesmo ambientais, tais como roubos, incêndios, inundações, desastre naturais, como tornados, cheias, furacões, ou outros.
No nosso dia-a-dia adotamos um conjunto de outras estratégias que permitem salvaguardar ou mesmo assegurar a continuidade do nosso bem-estar ou mesmo o bem-estar e estabilidade da nossa família, por exemplo, através da realização de uma seguro de saúde que permita o acesso a um sistema de saúde mais completo em caso de necessidade, a realização de um seguro de vida que, em caso da ocorrência de circunstâncias menos felizes, pretende garantir condições que assegurem o bem-estar futuro dos nossos entes mais queridos ou mesmo o simples gesto de termos um par de chaves e que normalmente se encontram em poder de duas pessoas diferentes e que pretendem apenas assegurar a entrada em casa ou mesmo continuar a utilizar o carro mesmo que uma das chaves se extravie.
Diariamente, realizamos um conjunto de ações que, de uma forma mais ou menos consciente, se enquadram em estratégias de continuidade. Se aplicarmos esta analogia ao meio ambiente em que vivemos, verificamos que podemos adaptá-la também nas empresas, organizações, bancos, governos ou mesmo mecanismos centrais mundiais, no entanto sabemos que nem sempre as estratégias que selecionamos são as mais adequadas e, por vezes, os mecanismos de resposta e/ou de atuação não funcionam como gostaríamos ou não respondem como inicialmente planejamos.
No caso do alarme que colocamos em nossa casa, sabemos que numa situação extrema o mesmo poderia não acionar, as autoridades poderiam não ter uma resposta no tempo adequado ( o que aliás é fato corriqueiro no Brasil ), a linha telefônica pela qual o mesmo deveria comunicar poderia vir a falhar, no entanto é sempre melhor existir uma estratégia e um plano de atuação do que não existir qualquer medida. Perceba que o nível de confiança das medidas e estratégias que adotamos aumenta conforme o nível de detalhe e o número de exercícios e testes que realizamos, seja ao nosso equipamento de alarme ou aos procedimentos a seguir em determinada situação.
Saber o que fazer diante de um determinado cenário, quem é que deve fazer o quê, e quais as ações a realizar, são passos importantes que podem prevenir ou atenuar resultados, no entanto sabemos que muitas vezes a única opção que temos é mesmo a de tentar minimizar o impacto, veja-se o caso dos seguros, planos de emergência ou mesmo planos de resposta a crises.
Para as empresas, organizações, bancos ou mesmo governos, este componente de continuidade é crítica no que diz respeito à garantia da continuidade das suas operações, na resposta aos seus clientes, no bem-estar dos cidadãos ou ainda, no caso dos bancos, na garantia de viabilidade financeira e proteção dos recursos de seus clientes. Seja qual for a área de atuação ou o tipo de entidade ou situação inerente e/ou emergente, a área de continuidade de negócio apresenta-se como um componente crítico e que deve ser analisada e devidamente planejada.
As estratégias, planos, atividades, mecanismos e tempos de respostas, recursos necessários, ou mesmo, a quantificação do quanto estamos ou podemos estar dispostos a perder, são fatores que irão fazer a diferença em caso de ocorrência de eventos perturbadores.
Atenta a este tipo de necessidade e para a definição de estratégias e modelos base para este tipo de respostas, a ISO, organização de referência mundial de normas internacionais, apresenta uma norma internacional que permite definir os pontos mais relevantes para a implementação de um sistema integrado de gestão de continuidade de negócio.
A norma ISO 22301 define um sistema de gestão de continuidade de negócio - sistema de gestão que utiliza um conjunto de processos, atividades, planos e que permite delinear as principais linhas orientadoras para a definição das melhores estratégias de continuidade de negócio - e apresenta os requisitos para a implementação e certificação internacional de sistemas de gestão de continuidade de negócio nas organizações. Esta norma aplica-se a qualquer tipo de organização, independentemente da sua área de atuação e do seu tamanho.
O alinhamento à norma ISO 22301 ou mesmo a certificação de um sistema de uma organização nesta norma, permite às organizações garantir um nível elevado de resiliência - capacidade de adaptação a situações inesperadas e de reagir de acordo com as melhores estratégias - no que diz respeito à melhor resposta em razão de possíveis eventos perturbadores.
Para uma organização, uma entidade ou mesmo um governo, é importante garantir as melhores respostas, nos menores tempos possíveis, utilizando os recursos e mecanismos mais adequados, sejam eles recursos humanos, técnicos ou mesmo procedimentais.
São estes os cenários em que os melhores recursos e respectivas estratégias marcam a diferença.
Atento a esta realidade, o PECB (Professional Evaluation and Certification Board), entidade certificadora internacional de pessoas, lançou um conjunto de programas de qualificação e certificação de profissionais, os quais serão os responsáveis por implementar, operar ou mesmo validar/auditar este tipo de sistemas de gestão de continuidade de negócio.
Alinhada a estas necessidades e à necessidade de formar recursos com as melhores qualificações, a Behaviour Group apresenta os programas de qualificação de pessoas do PECB, ISO 22301 Introduction, ISO 22301 Foundation, ISO 22301 Lead Implementer e ISO 22301 Lead Auditor.
Estes programas abrangem todos os públicos envolvidos num programa de gestão de continuidade de negócio, seja na sensibilização daqueles que irão ser os máximos responsáveis por este programa (ISO 22301 Introduction), seja para aqueles que estarão envolvidos na gestão e operação do mesmo (ISO 22301 Foundation), seja para aqueles que serão os responsáveis ou estarão envolvidos no projeto de implementação do Sistema de Gestão de Continuidade de Negócio (ISO 22301 Lead Implementer) e para aqueles que terão um papel fundamental na validação e análise (auditoria) deste programa com objetivos de melhoria do mesmo (ISO 22301 Lead Auditor).
É certo que uma boa estratégia não é infalível, no entanto, uma boa estratégia e uma estratégia baseada num sistema de continuidade de negócio reconhecido, a ISO 22301, é sempre uma maior garantia de sucesso no caso de uma organização ter que lidar com eventos disruptivos.
Talvez agora você questione se utiliza as melhores estratégias na sua organização. Talvez, mesmo depois de ler este artigo, pense que já tem a melhor estratégia bem definida. Numa primeira análise, a existência de uma estratégia é sempre um passo à frente, sendo que uma estratégia é sempre melhor que a não existência de qualquer estratégia, no entanto, talvez as respostas que deva procurar sejam aquelas que respondem à pergunta: “Na sua organização, e no caso de um determinado evento perturbador, é possível identificar quem deve fazer o quê, como, quando e por ordem de quem essas atividades devem ser realizadas?”
Não esquecendo sempre, que a sua estratégia deverá ser testada, avaliada e monitorada, porque um sistema de continuidade de negócio só tem sucesso de for marcado por uma boa estratégia, mas uma boa estratégia sem competência não passa de mera boa intenção. Uma boa estratégia deve ser competente e isso só é possível se a mesma for delineada, implementada, gerida e auditada por profissionais qualificados.
Deixo, portanto, uma pergunta no ar: Se a boate Kiss, de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, tivesse um sistema de gestão de continuidade de negócios, teríamos 241 vítimas fatais após o acidente? Aliás, se esse sistema de gestão já tivesse sido implementado, teríamos presenciado um acidente de tamanhas proporções?
Fábio Anjos
terça-feira, 19 de março de 2013
A autonomia do professor diante de seus alunos!
A autonomia do professor diante de seus alunos!
É muito comum ouvirmos dos pais nas reuniões de pais e mestres, que seus filhos vão à escola e só aprendem o que não presta! Segundo os pais ( e não é mentira ) seus filhos voltam da escola violentos, falando palavrões e não aprendem nada de concreto!
Mas... Até onde a culpa é das escolas, dos pais ou dos professores? Qual a função do professor dentro do modelo educacional proposto pela secretaria da educação? Qual o papel do educador na formação da personalidade do cidadão? O que a autonomia do professor diante de seus alunos permite que seja feito?
Sejamos justos e bastante éticos, mas acima de tudo, falemos a verdade:
O papel da escola não é o de educar as crianças. A educação da criança parte de sua casa, de sua comunidade, da cultura de seu povo e cabe à escola e aos educadores, desenvolver o convívio social, os aspectos culturais e sociológicos e, acima de tudo, transmitir conhecimento.
Sendo assim, atribuiremos as responsabilidades ( e não culpas ) a quem de direito: Aos pais, cabe a educação e formação da personalidade de seu filho. À escola, estrutura para multiplicar conhecimento e segurança para seus integrantes. Ao Estado, cabe infraestrutura, segurança, recursos e formação adequada ao corpo docente. Aos professores, cabe realizar suas tarefas com dedicação, amor e acima de tudo respeito aos seus pares, pais e alunos. A todos, o papel fundamental é de que não omitam!
É correto afirmar que o meio influencia na personalidade, mas se houver uma base familiar sólida o meio terá menos influência na formação da personalidade da criança.
Mas, sejamos justos, não são todos os pais que têm condições e tempo de educarem seus filhos, muitos só veem seus filhos nos finais de semana ( quando veem ).
Outros, não dispõem de estrutura familiar suficiente para educar seus filhos! Portanto, qual o papel da escola? Claro que as normas de convívio social devem ser "impostas" pela escola. Uso esse termo por que a disciplina é importantíssima na formação do caráter e, infelizmente, vivemos num nível de respeito mútuo que exige que certas "normas" sejam impostas, assim como nos é imposto por pessoas ouvirmos certas músicas, em tom alto, nas portas de nossas casas... Ninguém nos pergunta se queremos ouvir, simplesmente impõe uma cultura que muitas vezes não é a nossa, sem se preocupar com o próximo, não é mesmo?
Pois se devemos "aceitar" certas imposições, podemos impor o que é bom, correto, digno.
O papel da escola não é o de fechar os olhos ao CAOS social, à falta de estrutura familiar e ao ambiente violento e as imposições do poder paralelo! A escola deve ser administrada como se fosse uma empresa mesmo, deve ser devidamente limpa, deve ter estrutura de atendimento aos pais e às crianças e não deve permitir que ações sejam tomadas pelos seus alunos à revelia do respeito ao próximo, concordam?
Mas, e agora? Devemos primar pela ordem, pelo respeito ao próximo, pela socialização e evolução cultural, mas a autonomia do professor não permite que ele "obrigue" as crianças e adolescentes a cumprirem o que lhes é determinado.
A obrigação é um termo tão forte e negativo, que por si só tende a não dar certo!
Da mesma forma que o administrador escolar não deve se omitir de seu papel, mesmo que seja concursado e tenha seu salário "garantido", o professor também não deve se omitir , deve realizar sua tarefa com paixão! É certo que nem todos os alunos atingirão o mesmo patamar, nem todos serão os cidadãos que esperamos, mas a maioria certamente absorverá o amor e a dedicação que colocamos na execução de nossas tarefas!
Devemos usar nossas experiências como pais, filhos, irmãos, cidadãos... Devemos usar a nossa formação teórica, nossos instintos e nosso amor pela profissão que escolhemos, independentemente do sistema educacional aplicado pelo Governo.
Amar nossa profissão e sonhar com uma sociedade mais justa e igualitária é fundamental para atingirmos nossos objetivos. Pregar o respeito ao próximo, a importância da leitura e do conhecimento continuado, da formação profissional, da higiene e assiduidade, do combate às drogas e, principalmente, do amor ao próximo! Independente da religião, amar o próximo e à natureza são dois princípios básicos para a perpetuação da espécie.
Condenar práticas violentas e "envolver" nossos alunos com técnicas de psicologia e sociologia são fundamentais para a formação de um cidadão.
Qual a autonomia do professor diante de seus alunos?
Simples! A autonomia do professor começa pela formação continuada!
Não basta fazer o curso de pedagogia e a licenciatura, o professor precisa se especializar a cada dia! A psicologia é fundamental para sabermos motivar e lidar com pessoas, a sociologia nos ajuda a criar cidadãos conscientes, a busca constante pelo conhecimento e cultura nos permite educar pelo exemplo. Principalmente, o professor não deve se omitir diante das dificuldades. Deve condenar o poder paralelo e o consumo de drogas, mesmo que tenha entre seus alunos filhos de traficantes ou criminosos. Deve educar e conscientizar as crianças, sem impor comportamentos mas cobrando respeito aos seus colegas e aos professores, pais, vizinhos... Deve motivar as pessoas para que elas sejam pessoas melhores e, desta maneira, transformem seus lares, pares, seus irmãos, seus pais, vizinhos e a todos com um comportamento voltado á cidadania. Agora, eu pergunto a cada um de vocês:
É possível transformar nossa sociedade? Nossa autonomia ainda é pequena, diante das nossas expectativas? E o orgulho que temos de nossa profissão, supera a necessidade financeira?
Se as respostas para essas perguntas foram NÃO, desculpem, mas vocês estão na profissão errada.
Se as respostas foram um SIM, não desista! Continue seu caminho em busca de um mundo melhor e acredite: Não é Utopia!
Fábio Anjos é Administrador de empresas, consultor empresarial e professor universitário. Pós graduado em docência de ensino superior.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Curriculo lattes de Fábio Anjos
domingo, 1 de abril de 2012
Planejamento educacional
O planejamento nos dá direcionamento, nos ajuda a estabelecer os objetivos, metas e prazos e evidentemente nos levará à conclusão da tarefa. No Sistema de Educação mais especificamente, o planejamento é intrínseco, ou seja, faz parte da educação características de um planejamento , ou seja, evitar o improviso, nos ajuda a estabelecer como será o momento futuro após essa ação e avaliar se as ações propostas estão nos levando ao objetivo proposto.
Mas algumas dúvidas sempre surgem quando se lê um texto que trata de plano, planejamento, estratégia... Mas isso tudo não é a mesma coisa? No fundo, não é! Como a própria autora coloca algumas citações que nos ajudam a chegar a uma conclusão mais clara:
Plano é um documento utilizado para o registro de decisões do tipo: o que se pensa fazer, como fazer, quando fazer, com que fazer, com quem fazer. Para existir plano é necessária a discussão sobre fins e objetivos, culminando com a definição dos mesmos, pois somente desse modo é que se pode responder as questões indicadas acima. O plano é a "apresentação sistematizada e justificada das decisões tomadas relativas à ação a realizar" (FERREIRA apud PADILHA, 2001, p. 36).
Planejar, em sentido amplo, é um processo que "visa a dar respostas a um problema, estabelecendo fins e meios que apontem para sua superação, de modo a atingir objetivos antes previstos, pensando e prevendo necessariamente o futuro", mas considerando as condições do presente, as experiências do passado, os aspectos contextuais e os pressupostos filosófico, cultural, econômico e político de quem planeja e com quem se planeja. (idem, 2001, p. 63).
Ao analisarmos o texto, facilmente podemos nos confundir com os muitos tipos de planejamento, mas posso afirmar que no meu entendimento, observo que existem semelhanças quanto ao objetivo, ou seja, todos os tipos de planejamento tem como objetivo utilizar recursos e meios para solucionar determinada demanda. Entretanto, há uma diferença em relação à estratégia utilizada, tipo da ação aplicada e os referidos recursos e meios pata tanto.
Para muita gente existe também uma grande semelhança entre Planejamento Operacional e Estratégia, mas como pudemos observar no texto de Maria Adélia Teixeira Baffi ( Petrópolis, 2002).
No Planejamento Operacional, a preocupação é responder as perguntas "o quê", "como" e "com quê", tratando prioritariamente dos meios.
Já a estratégia, ao buscar seu significado no dicionário eletrônico Aurélio (http://www.dicionariodoaurelio.com/Estrategia.html), entendo que se constitui como o conjunto de ações pontuais aplicadas para cumprir determinado plano operacional.
s.f. Militar Arte de planejar operações de guerra. / Arte de combinar a ação das forças militares, políticas, morais, econômicas, implicadas na condução de uma guerra ou na preparação da defesa de um Estado. / Arte de dirigir um conjunto de disposições: estratégia política. / Fig. Habilidade, astúcia, esperteza: contornou a dificuldade com estratégia. / Fig. Ardil, manha, estratagema.
Fica também difícil de entender a diferença entre Plano de Curso e Plano de Ensino, pois são muito parecidos em seu objetivo mas o Plano de Ensino é algo mais amplo, abrangendo a atuação de saber pedagógico, e não apenas de determinado curso, algo muito mais específico que diz o que se deve ensinar, quais matérias serão desenvolvidas durante determinado período de duração do referido curso. Sendo assim, julgo importante também estabelecer a relação entre “Projeto” e futuro. Essa relação é sintomática, ou seja, as atitudes descritas no referido documento ( projeto ), bem como ações determinadas e realizadas durante um projeto impactam diretamente no resultado. O projeto aplicado nos leva ao futuro que esperamos e estabelecemos no documento.
Outra relação importante de se estabelecer é a existente entre Plano, que é um guia que nos auxilia a determinar e gerir as ações, não devendo ser rígido ou inflexível. O plano prevê sempre que pode haver algo que nos faça realizar determinada tarefa de forma diferenciada, num momento diferenciado pois existe justamente para gerir tarefas, já o Programa, por sua vez, é o conjunto composto por um ou mais projetos de órgãos ou setores distintos durante um dado prazo de duração.
Ora, não citarei no texto todas as referências que a autora utilizou em sua pesquisa para fundamentação do tema, mas ressalto a importância do assunto não só para o processo educacional pois, no momento sócio econômico que nosso país se encontra, está absolutamente à tona a gestão de projetos, da qual o planejamento também é essencial. ATT: LUCIMARA SANTOS DE OLIVERIA FURTADO COELHO
sábado, 12 de março de 2011
Particularidades, limites e possibilidades do Ensino á Distância
LUCIMARA SANTOS DE OLIVEIRA FURTADO COELHO
Uma possibilidade na educação profissional básica
Uma possibilidade na educação profissional básica
Texto na íntegra
quinta-feira, 10 de março de 2011
Novas Tendências para o Uso das Tecnologias da Informação na Educação
O papel relevante que as novas tecnologias da informação e da comunicação poderão desempenhar no sistema educacional depende de vários fatores. Além de uma infra-estrutura adequada de comunicação, de modelos sistêmicos bem planejados e projetos teoricamente bem formulados, o sucesso de qualquer empreendimento nesta área depende, fundamentalmente, de investimentos significativos que deverão ser feitos na formação de recursos humanos, de decisões políticas apropriadas e oportunas, amparadas por forte desejo e capacidade de realização.
Entretanto, para que possamos combinar esses elementos num modelo de planejamento sistêmico, adequado e exequível, é necessário uma melhor compreensão das diferentes realidades educacionais, da gravidade dos problemas que afetam a educação e suas relações de interdependência com os outros subsistemas, da compreenção dos novos cenários mundiais que estão sendo desenhados e redesenhados pelo processo de globalização. Nesses cenários estão incluídas as novas tendências que vêm afetando a economia, a política, o meio-ambiente, as maneiras de viver e conviver, as formas como as sociedades se organizam, levando-nos a perceber o quanto a área educacional está dissociada do mundo e da vida, o que vem exigindo significativas modificações nos processos de ensino-aprendizagem e nos papéis até então desenpenhados pelas escolas.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Artigo: Desafios e possibilidades da atuação docente on-line
É importante salientar que, da mesma maneira que não existe uma única forma ou abordagem educacional para desenvolver a educação presencial (convencional), não existe uma única forma ou abordagem para a EaD on-line. É inadequado comparar uma educação presencial de qualidade com uma EaD ineficaz ou vice-versa. O que importa é compreender as características, potencialidades e limitações de cada tecnologia que possa contribuir para os processos educacionais, presenciais ou a distância.
Artigo: As Tecnologias de Informação e Comunicação (Tic’s) no contexto da ead: limites e possibilidades
Autor: Rodiney Marcelo - Colunista Brasil Escola



